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Ora pois, há uns dias postei esta foto aqui e aqui e foi ver os pedidos de receita cair por todos os lados... sois umas gulosas é o que é  e eu sou uma fofa e aqui estou para vos dar uma receita 100% livre de açúcar refinado e que ficou D E L I C I O S A!!!

 

Os felizardos foram um grupo de crianças que se deliciaram com o dito bolo e no fim eu disse-lhes "Não tem açúcar e leva fruta, isto é para vos mostrar que podem comer bolo de chocolate saudável!" 

 

Missão cumprida! Eles gostaram e eu fiquei toda babada! Até porque desta vez a receita foi mesmo minha, sem nenhuma inspiração aqui ou ali...

 

Aí vai receita 

 

Ingredientes da massa:

2 chávenas de farinha de trigo integral

1/2 chávena de mel

1,5 chávenas de água a ferver

2 colheres de chá de fermento

6 ovos

2 colheres de sopa de cacau (deste aqui)

 

Ingredientes da cobertura:

1 tablete de chocolate de cozinha (deste aqui)

50 mL de àgua

1 chávena de frutos vermelhos (usei dos congelados, podem usar frescos ou podem substituir por frutos secos por exemplo)

 

Modo de preparação:

Bater as gemas com o mel até obter uma massa brilhante e homogenea. Adicionar a farinha, o fermento, à agua a ferver e o cacau. Bater tudo até ter uma massa fofa e uniforme (eu bati a velocidade máxima durante 20min).

Bater as claras em castelo. Envolver levemente com a restante massa.

Levar ao forno pré-aquecido a 180ºC, durante 35min.

 

Para a cobertura, levar a lume brando, o chocolate, a àgua e os frutos até o chocolate derreter.

 

Desenformar o bolo, barrar com o chocolate e deliciarem-se!!!

Leve, fofo e muito saudável!

 

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 A fonte é fiável, aliás muito fiável e desfaz alguns mitos associados ao consumo de proteína animal! Genericamente tem pontos contra porém, reparem ali na carne de frango (pollo). Ganha na corrida pela menor percentagem de gordura animal e reparem na diferença significativa entre a escolha de uma peça de carne de porco ou vaca magra e uma peça com gordura.

Admito que a gordura possa dar mais sabor à carne (eu pessoalmente não concordo mas respeito) porém reparem no impacto na saúde! E claro, não esquecer as alternativas vegetais, com baixissimo impacto no ambiente e na saúde!

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E isto não é alarmismo é mesmo assim, se não vejam...
A restauração de um modo geral não oferece opções saudáveis, não é fácil chegar a um restaurante e ter legumes a acompanhar os pratos do dia. Muitas vezes as saladas/legumes são pagos à parte e há uma total desproporção na construção de uma "diária". Muitos lugares não oferecem sopa, outros há que mais de 50% da dose são hidratos de carbono de absorção rápida. Massas, arroz integral ou quinoa por exemplo, são uma miragem e quando existem são vendidos a preços altamente especulativos. E depois, além disso há a qualidade, a qualidade dos produtos e da confecção.

 

E bares e cafés?!??! Conseguem facilmente comprar um snack saudavel? Não, pois claro! 

 

Os menus de pausa são construidos sem qualquer preocupação com a racionalidade do que se serve, e usando e abusando de açúcar e/ou gorduras trans e gorduras saturadas.

Há de tudo

Café + Pastel de Nata 

Sumo de laranja natural + fatia de bolo 

Torrada + meia de leite 

 

Nem sei que diga... Comprar uma peça de fruta é quase proibitivo na maioria dos sitios, na maioria das vezes porque essa opção nem existe e quando existe, uma banana custa tanto como 1Kg no supermercado mais próximo.

 

Vivemos na era da especulação do falsamente saudavel porque, mesmo muitos menus vegetarianos ou verdes (acho imensa piada a esta designação, só que não...) que são pagos a peso de ouro (quando devia ser exactamente ao contrário uma vez que 1Kg de proteína vegetal é muito mais barata que 1Kg de proteína animal) são de muito má qualidade. A restauração continua a usar e abusar do óleo, da gordura, dos refogados, do sal...

 

Hoje não há desculpas para não cozinhar bem, saudável, com qualidade porque já não é uma questão de preço, na maioria dos casos, é uma questão de mentalidade, do "Não quero saber".

 

E é por isto que raramente saio de casa sem a minha garrafa de àgua aromatizada e um pack de fruta + frutos secos ou sem a marmita no caso de ter que comer fora.

 

Há bons restaurantes, há bons exemplos sim, mas a restauração e similares, de um modo geral é fraquinha, muito fraquinha nisto das opções saudáveis.

 

Renova-se a esperança (mas com muita expectativa) sobre a nova opção de disponibilizar menus vegetarianos em todas as cantinas públicas! Veremos...

 

Foto: Fonte Pinterest

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Nunca saí de casa sem pequeno - almoço, a verdade é que durante muitos anos era um sacrificio comer. Fazia-o porque era obrigada (e ainda bem, thanks family ) mas a verdade é que não me apetecia e eu era pessoa de bom alimento, aliás sempre fui. O facto de não ter fome se prendia com o ritmo de vida que tinha. Sempre me levantei com tempo suficiente para comer sentada à mesa, aliás eu e todos lá por casa mas o tempo que demorava a despertar não era suficiente, isto é, devia levantar-me mais cedo. Este erro continuou durante muitos anos, continuava a comer mas apenas pela consciência de que era determinante para o meu bem estar físico e emocional. Uma tomada de consciência progressiva do meu corpo e do meu estilo de vida, levou-me a fazer algumas alterações.

 

Hoje levantamo-nos sempre contando com 1 hora para pequeno-almoço, não estamos 1 hora a comer como é evidente, longe disso mas dispensamos mais ou menos o mesmo tempo ao pequeno-almoço e ao jantar, isso dá tempo de despertar tranquilamente, sem correrias, com tempo para pensar no que queremos comer e fazer as escolhas respeitando as necessidades do nosso organismo, porque elas mudam de dia para dia por isso todos os dias são diferentes, porque se não almoçamos e jantamos sempre o mesmo, não é razoavel e muito menos saudável, tomar sempre o mesmo pequeno-almoço.

Deixo previamente preparadas panquecas, ou ingredientes para papas. Há sempre uma enorme variedade de sementes e frutos secos e nunca falta fruta da época cá por casa. Há mel, manteiga de amendoim, café, àgua (muitas vezes aromatizada com limão), há chás, muitos e de muitas origens, com cheiros bons e sabores melhores... há tempo! Assim garantimos o aporte nutricional necessário às primeiras horas da manhã, garantimos acima de tudo que, a refeição mais importante do dia é tomada calma e tranquilamente sentados e que temos tempo para tudo sem a pressão do relógio matinal.

 

E sabe tão bem... E por aí? Muita correria matinal ou muito respeito pelo corpo e pelos ritmos de cada um?

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A propósito da partilha de ontem no facebook (ora espreitem lá)... deixo-vos um post sobre o mesmo tema.

 

Há uns dias uma mãe confessava-me a dificuldade em encontrar opções de papas e outras comidas preparadas saudáveis para o seu bebé. A pequena tem 18 meses e nunca provou açúcar refinado (ainda há esperança para a humanidade) e que ela irá manter a guarda ao açúcar até pelo menos aos 3 anos! A mãe comentava-me que faz todas as papas com farinhas diversas, e muita imaginação. Cozinha a fruta ou envia crua para ela ir comendo durante o dia, que lhe dá também muita babata doce entre refeições que a pequena adora! Quem não?!?!?? :) A criança está no peso certo, com um desenvolvimento normal e a pediatra continua a dizer-lhe que está no caminho certo.

 

Então perguntou-me que misturas faço nas minhas papas de aveia para introduzir sabores novos, que às vezes a imaginação também tem limites. Sugeri-lhe a adição de frutos vermelhos ou algumas sultanas porque fruta da época ela diz que já consome e neste caso a manteiga de amendoim não é uma boa escolha! Comentou-me que já usava tamaras para adoçar pontualmente e que ia experimentar as passas! 

Comentou-me também a dificuldade que teve em explicar à enfermeira do Centro de Saúde que não irá dar iogurtes à criança nem quaisquer outros produtos lácteos, que essa será uma escolha da criança mais tarde caso queira consumir mas que não lhe será, para já colocado à disposição. Diz que a senhora não percebeu, que lhe disse inclusivamente que devia era comer de tudo porque um dia a mãe pode não estar para lhe fazer a comida e depois? Como é que a criança se desenrasca?!  18 meses sozinha em casa?!?!? Se não estiver a mãe alguém estará para cozinhar, é assim que se alimentam pessoas, não com processados, com comida a sério!!! 

 

Um dos principais problemas é sem dúvida a mentalidade, somos animais de hábitos, umas vezes bons outras nem por isso e a alimentação é um processo muito primitivo, daí tanta resistência à mudança. Na verdade não é assim tão primitivo o consumo de açúcar e de produtos lácteos e por isso também ser tão nocivo para o nosso organismo. Mas parece que o que é menos bom fica enraizado muito mais rapidamente e que nos esquecemos facilmente da origem da nossa alimentação.

 

E por aí, histórias para contar no que à alimentação da pequenada diz respeito?

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