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4bec9dc640dfb3259273d244bcb164c3.jpgHá uns dias uma colega oferecia-me uma fatia de bolo de chocolate coberta de açúcar  Com a restrição de açúcar que fazemos cá em casa tenho cada vez mais dificuldade em comer coisas doces, tudo me sabe a muito doce e me enjoa por pouco que seja. Declinei educadamente a oferta e expliquei que só comia açúcar refinado em situações muito excepcionais, mesmo aniversários de familia e afins evito ao máximo porque se formos a abrir excepções para os anos do pai, da mãe, da avó, do primo e do vizinho passamos o ano nisto de não ter regra nem cuidado com a desculpa de que "ah não sou fundamentalista", eu nos salgados às vezes também ainda me perco mas processados de carne e açúcar já consigo dizer quase 100% não  (tirando aquela outra coleguinha que à dias me apanhou com fome e me desgraçou com duas dentadas de um bolo de chocolate bom).

 

E eis se não quando a pergunta do costume... "mas como é que consegues?! Eu adorava e preciso tanto de perder peso, mas não tirar o açúcar para mim não dá. E o que é que comes nos cafés?!"

 

Ora ai estão boas questões. Conseguir foi com muita forcinha de vontade que o primeiro mês foi duro, lá isso foi, foi restritivo mesmo e dificil de gerir mas passado o desafio inicial agora sabe mesmo bem sentir que não dependo de açúcar para ser feliz, que não há aqueles "apetites" inexplicáveis que me destruiam a saúde e a auto-estima e que me acompanhavam há muitos muitos anos. Sentir que tomo conta do que consumo é fabuloso e vale qualquer sacrificio. Eu era pessoa de comer tabletes inteiras de chocolate em momentos de mais ansiedade (que também eram bem mais frequentes porque o consumo de açúcar agrava esses estados, não sou eu que digo é a ciência) e por isso se eu consegui os outros também conseguem!

 

Já à pergunta "E o que é que comes nos cafés?!" Ora pois... muito pouca coisa, uma torrada com pouca manteiga (estou a tentar limitar ao máximo o consumo de pão mas é o "melhor" que se consegue em muitos cafés infelizmente), já digo que não aquele "pão de forma" artificial, de farinha refinada e péssima qualidade e tento sempre comer pão escuro nas poucas vezes em que como fora, mas o que faço 99,999% das vezes é levar marmita, sempre! Assim não há problemas de consciência, nem de entrar e sair sem comer e ficar cheia de fomeca até chegar a casa porque o café não tinha nada de minimamente bom para se consumir. (Sim isto já aconteceu e eu detesto ter fome que depois quando como vai tudo parar às ancas) 

 

Mas bom é isto, tomar consciência do que consumimos é fundamental, assumir que só temos um corpo e vamos ter que viver com ele até morrer é um dado adquirido por isso é tratar o melhor que se pode!
Por vocês façam boas escolhas sempre!

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MARÇO

01.03.17

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Março de sorrisos longos, de flores frescas, de caminhadas de fim de dia, de semanas boas, de fins de semana de paz, de dias grandes e noites de aconchego! Março de amigos, de familia, de crescimento e consciência! Março, que venhas por bem!

 

Foto: Fonte Pinterest

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A melhor forma de amar é darmos tempo de qualidade e sem interrupções a quem mais gostamos. Por isso hoje falo-vos um bocadinho disso.

Aqui em casa não temos TV  é por opção não temos e não queremos ter. Não temos o plano de vir a ter na data tal... não sentimos falta, sentimos isso sim um excesso de ruido quando estamos em casas com TV.


De inicio ouvimos de tudo "Eu dou-vos dinheiro, eu sei que o inicio de vida não é fácil..." , "levem uma daí, escolham vejam a que gostam mais..." e depois havia os que achavam que não íamos sobreviver muito tempo assim e que íamos mudar de ideias rapidamente. Não mudámos, aliás, mudámos! Hoje temos a certeza que não queremos TV. A qualidade televisiva é péssima e as perdas são muito maiores que os ganhos. De entre o rol de inconvenientes que encontro numa TV em casa, a primeira das quais é que deixamos de comunicar com a mesma facilidade. Uma TV ligada e há sempre alguém focado no que está a passar, há sempre um "espera deixa ouvir" (FICO DOENTE). Além disso a comunicação fica comprometida também porque começamos todos a falar por cima do ruido da TV.

 

Ah e as notícias?! Ler jornais nunca fez mal a ninguém, ou se calhar fez. Tenho o hábito de ler as noticias quando acordo, ou melhor, tinha. É um hábito que estou progressivamente a perder porque não leio noticias que me façam bem. Não quero saber se houve mais uma morte aqui, um espancamento alí, um problema na estrada X, Y ou Z... Se o Trump disse mais uma barbaridade ou se o Putin se chateou com os vizinhos do lado, se a corrupção aumentou ou os politicos se engalfinharam no parlamento. Não sei e não quero saber porque isso só me fazia saltar da cama já meia deprimida... então não, não quero saber disso. Quando são coisas realmente importantes tenho uns alertas no telefone que me vão ligando ao mundo. Só leio as gordas e abro a noticia (muito raramente) se o titulo é apelativo. De resto leio muito, muito mesmo, revistas de especialidade, blogs, livros... leio muito e sinto que essa é a melhor forma de me ligar ao mundo.

 

Gosto muito do meu mundo, gosto cada vez menos do mundo que me tentam vender por esses meios de comunicação ricos em sensacionalismo e pobres em conteúdo. Tenho amigos e família e amigos que são família, a centenas de Km com quem falo religiosamente todas as semanas, tentamos juntar-nos entre jantares e tinto da paz semanalmente, fazemos planos de fim de semana. E ao serão?!? (É sempre a pergunta) Ao serão vemos uma ou outra série, lemos, ouvimos música e acima de tudo conversamos, conversamos muito, sem ruídos, sem interrupções, sem PCs à frente a roubar a atenção do que é realmente importante, as pessoas, e dormimos cedo, para acordar cedo e ter o melhor desempenho possivel logo à primeira hora da manhã. No Verão caminhamos muito à noite, depois de jantar lá vamos nós, entre exercicio fisico e boas conversas. No Inverno recolhemos mais cedo e conversamos mais em casa :) 

 

Quanto aos telefones e demais equipamentos eletrónicos (PCs que por aqui não há Tablets) também temos uma certa regra... tentamos que todas as chamadas sejam feitas até à hora do jantar, depois disso tudo fica sem som... O dia é demasiado longo para estarmos "sempre ligados". Precisamos de tempo de qualidade sem interrupções para ler, para ouvir música, para conversar. E as idas às redes sociais são controladas mutuamente! Damos uma espreitadela e depois começa o serão... Praticamente todos os posts que vocês vêem depois das 20h são pré agendados, os acessos depois dessa hora são esporádicos, por mutuo acordo e isso é o melhor que nos pode acontecer!

 

Por aqui estamos muito bem assim, por aqui não gostamos de ruído de equipamentos eletrónicos, por aqui gostamos de boas conversas e de serões de paz... a vida já tem demasiado ruído. 

E com crianças?! Nós não temos, mas quando volta e meia as recebemos temos um ou dois jogos que fazem milagres, e uma carpete grande e fofinha onde elas podem brincar e dar largas à imaginação, sempre com a nossa atenção! Sem telefones, sem ruídos! E o melhor de tudo é que elas gostam dos nossos jogos e falam deles passado muito tempo  e assim criamos boas memórias, com tempo! 

 

Bom fim de semana!

 

Foto: Fonte Pinterest

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Natal #5

16.12.16

Sou pelas experiências, cada vez gosto menos de coisas, gosto de momentos, de os viver e acima de tudo de os partilhar! O Natal não é excepção, aliás, é uma óptima desculpa para encher os mais próximos de mimos que se transformarão ao longo do ano, em momentos especiais.

 

Gosto de dar, de receber também, é evidente e não acredito naquelas pessoas que dizem sempre "ah eu não gosto de receber presentes..." como não?!??! Eu gosto, gosto muito, mas úteis, nada de monos ou peças que ficam encostadas num qualquer canto de casa. Por isso um mimo para ser vivido é sempre melhor, uma garrafa de vinho partilhada entre amigos, uma massagem, um jantar a dois, uma prova de vinhos, um fim de semana, uma escapadela... enfim, qualquer coisa que nos ocupe espaço na memória e não no armário! 

 

Cá por casa há muito que partilhamos experiências, objectos só se forem muito especiais e desejados, caso contrário o Natal é cada vez menos de consumo e mais de momentos, de gestos que se querem eternos na memória. 

 

Assim sinto também que estou a prolongar a magia do Natal por mais uns tempos, e por cá vamos tendo "fichas" para gastar ao longo do ano, o que sabe sempre muito bem! A outra enorme vantagem é que me escapo das enchentes de supermercados... se durante todo o ano compro on-line praticamente tudo, nesta altura então é ver-me fugir de qualquer superfície comercial. Eu não gosto de amontoados de pessoas, barulhos, calor, ar condicionado e música aos berros! Isso é tudo menos Natal... se há alguma coisa que tenho mesmo que comprar in loco, trato do assunto logo em Setembro/Outubro, é uma maravilha! 

Depois é só fazer a árvore e rechear de pequenas lembranças para os mais novos, e pequenos momentos para os mais velhos e viver, tranquilamente, esta época que adoro! 

 

E por aí, quais são as V/ opções? Já trataram das lembranças todas?

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